[Artigo - Parte 2] "Uma ponte cultural, ou uma pessoa que tenha conhecimento de diversidades culturais, têm sempre um valor inestimável em uma negociação. Entenda que diversidade cultural não se resume apenas a saber falar o idioma da pessoa envolvida, mas principalmente de como se comportar nas situações do dia-a-dia. Só o fato de falar inglês fluente muitas vezes não é o suficiente. Saber a etiqueta necessária em um encontro com alguém de cargos relevantes na política, os requisitos indispensáveis para se fazer um pedido em um restaurante chique em um almoço de negócios, ou até mesmo saber exatamente o que o chá e o café representam nesta ou naquela cultura, são fatores muitas vezes determinantes para uma comunicação correta na hora de se fechar um contrato de peso. Conhecer uma cultura a fundo é saber intimamente as nuances comportamentais da rotina de um povo. O tratar, as características únicas de cada povo e de cada lugar. A comunicação numa negociação intercultural vai muito além do domínio do idioma, é muito mais profundo do que uma simples tradução. Inclusive se a pessoa responsável pela tradução em uma negociação não estiver familiarizada com os costumes das partes envolvidas, ela pode causar danos irreparáveis ao invés de ajudar. Porque, muitas vezes, pequenos detalhes podem fazer toda a diferença entre agradar e ofender. E interpretar sinais não verbalizados pode ser um grande desafio. Muitas vezes, pequenos gestos ou olhares podem ser cruciais na hora de se causar uma boa impressão. Então, é fundamental que você faça a sua pesquisa de quais são os erros mais comuns em uma negociação intercultural, a fim de não cometê-los, evitando, assim, comprometer o sucesso do seu acordo".  

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